O delegado Wanir José da Silveira Júnior está convicto do envolvimento da advogada Adriana Telini com o crime. Por isso, resolveu pedir sua prisão preventiva. Disse que a polícia fez sua parte e que, agora, é com a Justiça. Saiba o que ele tem a dizer sobre o caso.
Comércio da Franca - O que pode nos falar sobre o processo?
Wanir da Silveira - Nós concluímos o inquérito e representamos pela prisão preventiva. Enviaremos o processo ao Fórum amanhã (hoje). A solicitação ainda tem que ser avaliada pelo Ministério Público e decidida pelo Judiciário. É preciso aguardar os trâmites legais.
Comércio - Por qual crime a advogada será denunciada?
Wanir - Nesse inquérito específico, ela é acusada de formação de quadrilha, onde mais de três pessoas se associam para cometimento de crimes. Temos provas suficientes para afirmar que tramou roubos a clientes com bandidos. Apuramos o caso com seriedade e imparcialidade.
Comércio - O que fez o senhor decidir pelo pedido de prisão?
Wanir - As gravações telefônicas a mostram conversando e tramando roubos com bandidos, os quais seriam integrantes do PCC. Não tenho dúvidas da participação dela em atividades criminosas. Tudo está demonstrado legalmente.
Comércio - O senhor acredita que o pedido de prisão preventiva possa ser aceito pela Justiça?
Wanir - A polícia faz a parte dela colhendo provas e encaminhado ao Judiciário. Isso foi feito, mas não posso fazer previsões. Só posso dizer que o Ministério Público e o Judiciário têm, sempre que necessário, ouvido nossas ponderações e feito sua parte.
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