Polícia prepara arrastão para esta semana e promete ‘limpa’ em Franca


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A polícia de Franca prepara uma grande operação para tentar coibir a onda de criminalidade que toma conta da cidade. A estratégia prevê a participação de mais de 130 policiais civis e militares, os quais contarão com apoio de helicópteros. A intenção é fazer uma varredura em toda a cidade em busca de armas, drogas e de pessoas envolvidas com o crime. Com isso, as autoridades acreditam que derrubarão as ocorrências de roubo, furto e tráfico. Os comandos das Polícias Civil e Militar finalizam o trabalho de mapeamento dos pontos mais problemáticos da cidade para direcionar suas ações em busca de criminosos e de produtos roubados. O dia exato e os locais a serem visitados são mantidos sob sigilo, mas uma coisa é certa: será a maior ação policial já vista em Franca. Policiais de todas as cidades pertencentes à Delegacia Seccional local e ao 15º Batalhão de Polícia Militar serão convocados. O arrastão será feito nas zonas norte, sul, leste e oeste de Franca. “Nosso objetivo é fazer a operação em toda a cidade. Falta apenas definir os locais em que concentraremos as ações. Tanto pode ser um trabalho de busca, atrás de criminosos, como de rua, para vistoriar estabelecimentos suspeitos de guardarem produtos roubados”, disse o delegado Wanir José da Silveira Júnior. Desde o início do ano, a polícia tem deflagrado operações estratégicas de combate ao crime em Franca. Os Jardins Aeroporto e Paulistano e a Vila Gosuen foram os primeiros a receber a fiscalização. “O resultado tem sido muito positivo, pois temos apreendidos várias armas e drogas, além de tirar criminosos de circulação. Indivíduos suspeitos são conduzidos à delegacia e fichados. A presença da polícia nas ruas inibe e ajuda a conter crimes”. Operações semelhantes as realizadas em Franca também serão levadas pela Polícia Civil à região. Nos últimos meses, as cidades de Cristais Paulista, Miguelópolis, São José da Bela Vista e Jeriquara receberam a ação policial. Em Miguelópolis, foi descoberta uma indústria de falsificação de agrotóxicos. Em Cristais, os policiais descobriram uma central clandestina de telefone, a qual possibilitava contatos freqüentes entre presos recolhidos em penitenciárias de São Paulo e de outros Estados.

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