OS CRIMES DE ADRIANA
A OAB demonstrou que de ordem não tem nada, pois sabia das ações ilícitas da advogada desde 2005 e não tomou providências. A meu ver, simplesmente compactuaram com os crimes cometidos pela cara-de-pau.
A Comissão de Ética (étitica) a preservou em função de uma lei federal? Ou seja, no Brasil não existe lei que realmente puna.
Por favor, queimem o Código Penal. Pelo que vemos, a OAB se calou e continuaria calada se o jornal não tornasse públicas as falcatruas da advogada. Agora, é muita cara-de-pau o advogado vir defendê-la, dizendo que ela é inocente. E como ele explica a presença do bandido na casa da advogada?
Ela precisa perder e ser expulsa do quadro da Ordem. Só adverti-la e multá-la é um absurdo.
Confiar em quem?
Ana
é leitora do Comércio
ULTRAPASSAGEM DE LIMITES
Há poucos dias, acompanhamos a aventura de um alpinista brasileiro que foi escalar o Monte Everest. Sem cilindros de oxigênio, acabou morrendo na volta.
O desafio e a vontade de vencer ou de atingir algo que realmente nos é importante nos leva a ultrapassar muitas vezes os nossos próprios limites, não só físicos, mas também mentais. É muito importante, sim, correr atrás do que se quer. E mais, ultrapassar limites e ver que somos capazes é melhor ainda. Mas, abusar da sorte, do tempo ou da natureza é muito arriscado, pois não sabemos o que isso acarretará para nossas vidas. No caso desse alpinista, foi grandioso o seu esforço, admirável a sua coragem. Mas do que adiantou ter ultrapassado os seus limites, os limites do seu corpo para chegar e não voltar mais com vida. Esportes radicais são exemplos típicos de ultrapassagem de limites, mas é importante ressaltar que esporte é vida e vida não se destrói. Limites, quando ultrapassados, em sua maioria acabam sempre destruindo algo, não somente vidas, mas destroem amizades, namoros, sentimentos, famílias. Limites, quando são exageradamente ultrapassados, são completamente destrutivos.
A vida é sim uma caixinha de surpresas, mas é tão importante preservá-la, cuidá-la e ultrapassar sim os nossos limites para nosso crescimento pessoal, mas isso tem que ser feito com muita sabedoria e inteligência.
Ana Luiza Silva
é leitora do Comércio
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