Polícia descobre depósito de produtos roubados


| Tempo de leitura: 1 min
Diversos aparelhos eletrônicos suspeitos de serem furtados foram apreendidos e levados à sede da DIG: vendedor de 34 anos foi preso em flagrante por receptação
Diversos aparelhos eletrônicos suspeitos de serem furtados foram apreendidos e levados à sede da DIG: vendedor de 34 anos foi preso em flagrante por receptação
A Polícia Civil de Franca descobriu uma casa, ontem, que servia como depósito de produtos furtados ou roubados na cidade. No local, também foram encontrados comprimidos de Cytotec, um medicamento abortivo de venda proibida, e até mesmo carimbos da cadeia pública de Franca. Um vendedor de 34 anos foi preso em flagrante acusado de receptação. Por meio de um trabalho de investigação, os agentes do 1º DP e da DIG (Delegacia de Investigações Gerais) apuraram que o vendedor PHL, morador do Parque São Jorge, havia alugado uma residência no Bairro Santa Rita para usá-la como uma espécie de central de distribuição de produtos de origem ilícita. Munidos de um mandado de busca e apreensão, os investigadores Érick Borba, Lorival Júnior, Dênis Sérgio, Calil e Edinho foram até o local e apreenderam um computador completo, um gerador de energia elétrica, uma máquina de lavar carros, um tanquinho, uma televisão tela plana, aparelhos de DVD, aparelho de som, dezenas de CDs, diversos pares de tênis, um aspirador e três barris de chope, entre outro produtos. “Todo o material foi encaminhado à delegacia. Alguns produtos já foram reconhecidos por vítimas de furto. Vamos trabalhar para apurar a procedência dos demais”, disse Érick. Na residência, também foram encontrados oito comprimidos de Cytotec, três talões de cheque e uma carteira de identidade falsa. O documento trazia a foto de PHL, mas com o nome de Tiago da Silva Nunes. O acusado estava no local e foi preso em flagrante por receptação. A polícia acredita que ele comprava produtos roubados para revendê-los a terceiros por preços abaixo do praticado no mercado. “Ele também terá que explicar o que fazia com os medicamentos de venda proibida, com o carimbo da cadeia e com a identidade que aparenta ser falsa”, disse o delegado Eduardo Lopes Bonfim.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários