Embora animado com a volta dos vôos comerciais, o superintendente do Aeroporto “Tenente Lund Presotto”, Daniel Faleiros Borges, ainda é cauteloso em relação à possibilidade de permanência das companhias aéreas Passaredo e Total após o dia 31 de agosto, data prevista para a reabertura do “Leite Lopes”, em Ribeirão Preto.
Até lá, garante Borges, “não haverá maiores reformas no saguão e nas salas de embarque e desembarque, pois o que era preciso fazer, foi feito”.
A única modificação solicitada pela Passaredo é a colocação de uma divisória, com porta, para isolar o saguão, onde são realizados os check-ins, e a sala de embarque, que será reservada somente para os passageiros.
A mudança foi pedida pelo gerente de base da Passaredo, Gladstone de Castro, por motivos de segurança, cujas normas são estabelecidas pela Infraero, sobretudo após os atentados de 11 de setembro de 2001 ocorridos em Nova York (Estados Unidos).
Nos principais aeroportos do País, as salas de embarque possuem portas com aparelhos de raio-x e detectores de metais, o que só será instalado em Franca se as companhias aéreas ficarem em definitivo.
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