Opinião do leitor


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HIPERMERCADOS Polêmicos ou não, acredito que os investimentos são necessários e benéficos para o futuro da cidade. Vejamos, moro no ABC, onde temos nada mais nada menos do que quatro lojas do Wal-Mart, cinco do Carrefour (mais duas em construção), oito grandes supermercados do grupo Pão de Açucar e várias lojas menores. Os pequenos entenderam o recado e se adaptaram. Hoje, o que mais cresce são as lojas de vizinhança. Algumas destas são franqueadas, como a rede Dia (Carrefour), outras são cooperativas (Supermart e Supervizinho). Mas o que mais impressionou foi a mudança de mentalidade dos chamados pequenos, que investiram alto para sobreviver. Por outro lado, lojas chamadas “âncoras”, próximas a shoppings, trazem muitos benefícios para estes centros de compra. Quem da região não vai passear no Carrefour ou Wal-Mart e aproveita para dar uma passadinha no shopping depois? Isto vai aumentar o fluxo e atrair novos investimentos. Assim, acredito que os novos empreeendimentos vão acordar o comércio local (pois quem não se adaptar vai morrer, como aconteceu com o grupo Graneiro, que não acordou). Franca esteve nas mãos de poucos por muitos anos. Já está na hora de se libertar. Luis Carlos é leitor do Comércio CARTA DA ÍNDIA Olá, pessoal do Comércio da Franca. Tenho muito prazer em escrever este “bilhetinho”. Estou atualmente realizando trabalhos na Índia, de onde não deixo de dar uma olhadinha habitualmente nas notícias de nossa querida cidade. Vocês estão de parabéns pelo Comercio On-line, que ajuda em muito a matar a saudade de Franca. Especial abraço ao amigo Higininho, pela coluna que sempre nos deixa a par dos acontecimentos sociais. Bem, de maneira geral, parabéns pelo excelente trabalho desenvolvido pela equipe do Comércio. Abraço a todos. Alexandre Nogueira Faleiros é leitor do site www.comerciodafranca.com.br ‘CARMEN STEFFENS AMEAÇA DEIXAR FRANCA’ A empresa não deve esquecer que, se está na posição atual, foi devido ao trabalho dos funcionários de Franca. Agora, que assumiu uma posição elevada, fica muito fácil tomar a atitude de deixar Franca e as pessoas que a ajudaram a crescer desempregadas, simplesmente para não pagar as horas de trabalho em que os funcionários ficaram na empresa, deixando a família, o lazer, os amigos e o descanso. Será que enquanto os funcionários fazem horas extras, os diretores e empresário permanecem na empresa trabalhando junto, deixando a família, o lazer ou o descanso de lado? É muito fácil, cômodo e desumano ameaçarem colaboradores com esta atitude: “Vocês aceitam o banco de horas, ou ficarão desempregados e passarão dificuldades juntamente com suas famílias, pois aqui quem impõe somos nós (empresa)”. Não trabalho mais nessa atividade, mas já presenciei casos como este, e hoje estas empresas já não existem mais, por autoritarismo e imposição empresarial. Simplesmente lamentável que os empresários cresçam economicamente e decresçam humanamente. Aparecida Freitas é leitora do Comércio Franca tem que acompanhar a evolução do mercado, senão pode sofrer muito com a perda da Carmen Steffens e de outras que poderão sair. Concordo com o Mário Spaniol. Estamos em um país capitalista, que evolui e muda constantemente! Se não querem acompanhar, que mudem para Cuba e deixem Franca se desenvolver em paz! Cristina é leitora do site www.comerciodafranca.com.br

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