ATAQUE AO PASTOR
Sou amigo e companheiro de ministério do Irmão Edilson. Contudo, ele não é pastor, como dito na matéria. Ele é, assim como eu, Ministro do Evangelho, ou Evangelista. No tocante ao acontecimento que o afetou, lamento o fato. Isto prova que a criminalidade não tem respeito algum por qualquer pessoa a quem queira fazer o mal. Pastor ou Ministro do Evangelho, Bispos, Membros, seja quem for, os criminosos não estão nem aí. Talvez por lutarmos na vida, e com muito sacrifício conseguirmos algo, eles já acham que temos muito; a realidade da vida, para nós e para a maioria, não é bem esta.
Alexandre Junior de Sousa
é evangelista
SOBRE A MATÉRIA ‘CARMEN STEFFENS AMEAÇA DEIXAR FRANCA’
Eu acho que o Spaniol está certo. Tem que fechar a firma e ir embora de Franca...
Os empregados vão ficar muito felizes, pois o Sindicato vai dar salários para todos os funcionários que ficarem desempregados ou os colocará em outras empresas. Como nesta cidade não há ninguém desempregado, fica facinho... Nós estamos vendo o sindicato resolver o problema de todos...
Cada vez que o sindicato toma uma decisão, quem vai chorar são os pais de família. Não se esqueçam que a China e a Índia vão ficar muito felizes de oferecer um sapato bem mais barato para o comércio. Na roça há bastante serviço para os sapateiros que ficam andando atrás de sindicato.
Antônio dos Santos Filho
é leitor do Comércio
O Brasil não é uma empresa e tampouco Franca se reduz a uma empresa. A empresa industrial não é tudo, mesmo numa sociedade industrializada. O sindicato também não é tudo; é uma parte. Nem mesmo a legislação do trabalho responde a todas as questões. Não haverá lugar onde essa empresa possa se instalar em que não haverá conflito e questões a serem resolvidas. Os empresários, em geral, e o dessa empresa, em particular, têm que compreender que o mundo hoje é outro: ou há capacidade e li-derança para enfrentar os conflitos ou não há saída. Na democracia é assim, com leis e instituições representativas. É preciso se a-tualizar ao mundo e ele não é apenas competitivo é conflitivo e, sobretudo, existem canais legais e democráticos para equacionar e solucionar conflitos.
Alberto Aggio
é historiador e cientista político
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