Lotéricas fecham em protesto contra lentidão


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Na porta da lotérica H.M.V,a funcionária Luana Cristina Freitas, 25, distribuiu panfletos ontem
Na porta da lotérica H.M.V,a funcionária Luana Cristina Freitas, 25, distribuiu panfletos ontem
Todas as casas lotéricas de Franca permaneceram ontem, Dia do Lotérico, com as portas fechadas até o meio-dia e com faixas de protesto dispostas na fachada. Donos e funcionários dos estabelecimentos entregavam folhetos e explicavam que protestavam contra as más condições do sistema informatizado de apostas. O comerciante Antônio José Miguel, dono de lotérica, disse que não houve reclamação por parte de clientes. “Eles nos apoiaram e disseram que compreendem a atitude, porque também são prejudicados pela lentidão”. A paralisação em Franca foi organizada pelo Sincoesp (Sindicato das Casas Lotéricas de São Paulo) e ocorreu em todo o Estado. A categoria reivindica aumento no repasse feito pela Caixa Econômica Federal (CEF) para as lotéricas pelo recebimento de boletos e pagamento de benefícios (R$ 0,28), igualando-o ao que é pago aos bancos pelos mesmos serviços (entre R$ 0,80 e R$ 1,60). Pede, também, a volta dos equipamentos Isys, da empresa Gtech, que funcionavam melhor que os atuais. O Sincoesp conseguiu na Justiça o direito de cada lotérica manter ao menos uma máquina Isys por, pelo menos, mais três meses. Mas todos os equipamentos de Franca já foram substituídos e não haverá reposição, segundo a CEF.

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