Família superou dificuldades


| Tempo de leitura: 2 min
A dona de casa Fátima das Graças dos Santos, 49, e o calçadista Odair dos Santos, 49, esperaram nove anos para ter filhos, mas ela não conseguiu engravidar. Os dois adotaram duas meninas e tiveram a oportunidade de vivenciar tipos diferentes de adoção: de uma recém-nascida e de uma criança mais velha. Camila, hoje com 18 anos, foi para os braços do casal com apenas dois dias de vida e Poliana, que hoje tem 11, chegou à família aos 4 anos. A diferença no relacionamento com as duas foi sentida pelos pais. “É claro que a convivência com o bebê é mais fácil. A Poliana chegou com algumas manias e precisamos de um pouco mais de paciência para a adaptação”, disse Fátima. Para ela, o posicionamento dos pais é importante e fundamental para o sucesso da adoção, principalmente a tardia. “A convivência da família, diálogo e união do casal vencem as barreiras. Tivemos isso aqui em casa e conseguimos educar nossas filhas e formar boas meninas, educadas e ativas. Elas são maravilhosas e nos fazem muito felizes”. Fátima e Odair vivenciam a adoção há quase vinte anos. Por outro lado, Selma Gomes Henso, 41, e Amarildo Lourenço, 39, passam pela experiência há apenas oito meses. Eles são casados há quatro anos, mas ela não conseguiu engravidar e eles adotaram André Luís, 2. “Esperamos por um ano a chegada do nosso filho. Ele renovou nosso lar e o relacionamento. Temos até mais disposição para trabalhar, passear. É algo incrível”, disse ele. O casal já está na fila de espera para outras adoções. Selma aguarda com expectativa reviver a chegada de outros filhos. “Os corredores do fórum são como os da maternidade e a emoção ao encontrar a criança é muito grande. Quando vi o André Luis já comecei a chorar. Quero muito passar por isso de novo pelo menos uma ou duas vezes”, disse a mãe.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários