Profissionais acreditam em maior acesso à comunidade


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Para Hermes Falleiros, médico homeopata há 23 anos em Franca, a política de medicina alternativa é importante para a comunidade, pois permitirá que mais pessoas tenham acesso a outros tipos de tratamento. “Em Franca, a rede pública de saúde já possui homeopata, mas o atendimento poderá ser ampliado e os usuários ganharão em qualidade de vida”, disse. A única ressalva feita pelo especialista é para que não-médicos sejam impedidos de diagnosticar e indicar tratamento homeopático, de plantas medicinais ou praticar a acupuntura. “Existe uma portaria do ministério que permite a pessoas não habilitadas exercerem tais práticas. Mas isso é charlatanismo e uma prática ilegal que precisa ser evitada”. Flávio Silva de Queiroz é acupunturista há 12 anos. Em Coromandel (MG), localizada a 300 km de Franca e teve oportunidade de acompanhar o tratamento com agulhas oferecido na rede pública de saúde. Os usuários tinham direito a dez sessões para tratar diversas patologias, como bursite, tendinite, insônia, depressão, problemas de coração e digestivos. “A acupuntura é oferecida há dez anos e, mesmo sem estar tão difundida na época, teve boa repercussão com os pacientes”.

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