A jovem ribeirão-pretana Aline Rosado, de apenas 19 anos, teve uma reviravolta em sua vida no final do ano passado. Estudante do quarto semestre de Educação Física na Unaerp, a bela morena trabalhava como hostess na casa noturna Villa das Flores para manter as des-pesas. Sua sorte começou a mudar quando iniciaram as inscrições para o concurso que elegeria a substituta da morena Scheila Carvalho no grupo É o Tchan! “Sempre gostei de dançar, mas jamais imaginei que seria a vitoriosa”, disse ela, que derrotou mais de três mil candidatas na disputa.
Em visita à redação do Comércio da Franca na manhã de ontem, Aline disse como tem sido sua vida desde então. “Quando fui escolhida para ser dançarina do grupo quase não acreditei. Tudo está sendo um sonho para mim. Cada dia estou fazendo show em uma cidade diferente, é muito bom”, completa.
Aline ainda acha estranho quando alguém lhe pede autógrafo na rua. “Continuo sendo a mesma pessoa, para mim não mudou nada. Mas eu gosto do assédio dos fãs e sempre estou disposta a atendê-los”, disse a simpática jovem.
Mas, quem pensa que a vida de dançarina é fácil se engana. “É muita correria, não tenho tempo para nada. Como estou morando em Salvador, quase não vejo minha família, que mora parte em Ribeirão e parte em Franca”, disse. Aline afirma também que está solteiríssima, se dedicando apenas ao grupo.
Capa da revista masculina Sexy do mês de fevereiro, Aline descreve a sensação de posar sem roupa. “Posar nua foi uma experiência bem diferente, mas foi superlegal, as fotos ficaram lindas. E o J.R. Duran (fotógrafo) foi muito profissional, deixou a gente bastante à vontade. Achei que seria pior, mas no segundo dia já estava à vontade, até parecia que eu estava andando de roupas (risos)”, afirma ela, que fez o ensaio fotográfico ao lado da outra morena do grupo, Juliane Almeida.
Sobre seu futuro, Aline disse que, por enquanto, quer se dedicar apenas à carreira no É o Tchan! “Estamos lançando um novo disco agora, com músicas inéditas e quero me dedicar ao máximo ao trabalho. Mais para frente quero fazer um curso de teatro, porque, infelizmente, a carreira de dançarina não é eterna”, resume.
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