O Tcesp (Tribunal de Contas do Estado de São Paulo) promete dar atenção especial às movimentações financeiras da prefeitura e do Dinfra na análise das contas do ano de 2005. Depois de ofício enviado ao tribunal pelo vereador Gilson Pelizaro (PT), no dia 11 de abril, relatando “possíveis irregularidades” na contratação de auditoria, o presidente do Tcesp, Robson Marinho, encaminhou aos relatores das contas da prefeitura e do Dinfra a orientação para análise.
O Tcesp é responsável por indicar a aprovação ou não dos balanços públicos anuais. A indicação de Marinho significa que os conselheiros auditores das duas contas - Dinfra e prefeitura de Franca -, fiscalizarão dentre vários pontos a serem abordados, especificamente os gastos com a auditoria. “A abordagem específica do assunto pelos auditores pode resultar na reprovação de ambas as contas”, acredita Pelizaro. O encaminhamento do ofício do petista a cada um dos conselheiros do tribunal ocorreu em 25 de abril, mesma data em que Marinho respondeu ao ofício de Pelizaro. “Acolho a manifestação (...) Encaminhe-se à consideração dos eminentes conselheiros”, determinou o presidente do Tcesp.
Possíveis irregularidades na administração do Dinfra levaram ao afastamento do liqüidante da empresa, João Carlos Furlan de Oliveira. Entre outras coisas, ele foi acusado de contratar empresas em nome do Dinfra de maneira indevida.
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