Do inferno ao céu no Mariner/Unimed


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O ala/armador Ricardo Giannecchini passou por um período ruim e agora caiu definitivamente nas graças da torcida francana
O ala/armador Ricardo Giannecchini passou por um período ruim e agora caiu definitivamente nas graças da torcida francana
O ala/armador do Mariner/Unimed/Franca, Ricardo Giannecchini, é um dos destaques da equipe no Nacional. É querido pela torcida e tem ganhado a confiança do exigente treinador Hélio Rubens Garcia. Mas nem tudo foram flores na carreira do jogador. Até o ano passado, ele era crucificado por essa mesma torcida que hoje vibra com suas jogadas e enterradas. Com a volta de Hélio Rubens Garcia, o armador vem conseguindo desfazer a fama de “desesperado” e tem caído nas graças dos torcedores. Suas médias também mostram a evolução em quadra. Ricardo melhorou em vários fundamentos. Destaques para rebotes e assistências cujas médias neste Brasileiro dobraram. “Acho que houve uma evolução no meu desempenho, sim, e divido isso com meus companheiros de time. Sempre busquei fazer o melhor e aqueles torcedores que estão sempre aqui, que me acompanham há mais tempo sabem da garra que eu tenho”. Ricardo também comparou o time do ano passado com o desta temporada. “Antes eu era um dos mais experientes do grupo, hoje sou um dos mais novos e tenho aprendido muito com meus colegas. Com certeza foi um dos fatores que contribuíram para meu crescimento”, disse o armador. Ele comenta a importância do treinador de Hélio Rubens na melhora de seu desempenho. “Ele cobra bastante e eu tento sempre fazer o que ele pede. Com o passar do tempo, tudo isso gera uma confiança maior ainda”. O técnico concorda. “Também, o tanto que eu peguei no pé do Ricardo”, disse. “Mas ele sabe que faço isso porque acredito no potencial dele”, completou. “A gente busca passar a eles a responsabilidade que o jogo exige. Nos treinos, vamos cobrando, estimulando o jogador. Ele é um dos que estão aproveitando bem as lições”. A torcida também comemora a evolução do armador. “As pessoas viam o Ricardo com aquele estigma de filho de ex-jogador e diretor. Mas com a base de um time experiente, ele evoluiu muito e, hoje em dia, quando entra em quadra, injeta adrenalina no jogo. A torcida nem pensa em xingá-lo mais. Na verdade, vibramos com suas jogadas”, disse Sheila Sousa, presidente da torcida Tradição.

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