Dois homicídios misteriosos ainda desafiam a polícia


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Depois de identificar e mandar para a cadeia os assassinos do advogado Rogério Tadeu de Carvalho, 27, os agentes da DIG já traçaram como meta esclarecer outros dois crimes. Ambos também aconteceram em 2004 e estão igualmente marcados pelo mistério. O primeiro deles se deu em julho e vitimou o taxista Alexandre de Lima Oliveira, 25. Morador do Jardim Aeroporto, ele foi executado com sete tiros, num suposto acerto de contas. O corpo da vítima foi encontrado no interior de seu carro em meio a um canavial, localizado às margens da Rodovia Fábio Talarico, entre Franca e São José da Bela Vista. Alexandre levou seis tiros no peito e um na cabeça. A polícia ainda não tem pistas da autoria. Em novembro, outro caso estarrecedor e ainda sem resposta. O representante comercial Marcos Vasquez Vittorazze, 49, que morava em Uberaba (MG), foi encontrado morto dentro de uma cisterna em Jeriquara. Segundo a polícia, ele teria sido assassinado em Franca e desovado no local. O corpo estava a 40 quilômetros do local em que o carro da vítima foi encontrado, totalmente queimado, em São José da Bela Vista. Familiares do vendedor reclamam da lentidão e cobram uma resposta da polícia. “Esclarecer esses homicídios passa a ser o nosso maior desafio, mas não esqueceremos os outros casos. Os assassinatos em aberto (sem esclarecimento) estão atravessados em nossa garganta. Nunca desistiremos e vamos trabalhar para prender os autores”, disse o delegado Eduardo Bonfim. Investigador responsável pela equipe de homicídios, Wellington Amato disse que a polícia não tem pistas das pessoas que mataram o taxista Alexandre e o vendedor Marcos. “Ao longo das investigações, já checamos vários suspeitos, mas não conseguimos chegar aos autores. Os casos são difíceis e dependemos da ajuda da sociedade para esclarecê-los”. Quem tiver alguma informação sobre os assassinatos pode denunciar pelo telefone 197. A ligação é gratuita, e o anonimato garantido.

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