Preconceito é simplesmente a distância entre diferença e o respeito.
Ninguém é menos que ninguém só porque uma legião de pessoas gosta de funk e outra legião discrimina este estilo musical. Ninguém é menor que ninguém somente porque existem pessoas que aderem a um estilo de roupa que não é o que está na moda.
Se todos são filhos de Deus, “todos são iguais” e ao mesmo tempo infinitamente diferentes, com seus gostos, com suas crenças, com suas modas, pensamentos, dúvidas, sentimentos e conceitos, diferenças que compõem o ser humano, não podemos admitir preconceito de forma alguma.
E, infelizmente, a verdade é que preconceito, por mais que as pessoas digam que não o têm, está ali, numa crítica a uma roupa diferenciada, a um comportamento discriminado, a uma opção sexual, a uma raça, a uma periferia, a uma profissão, etc.
Se todos, de geração em geração, passassem aos seus descendentes que todas as pessoas têm seu valor, que todas as pessoas são especiais por suas diferenças e igualdades e que tem que haver respeito entre todos os gostos, todas as tribos, todas as pessoas e que onde houver respeito por tudo e por todos, não haverá mais preconceitos, o mundo será diferente em relação ao preconceito.
Ana Luiza Silva
é leitora do Comércio
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