Problemas comuns que afetam esportistas como torsões, lesões no joelho e idade avançada, geralmente acima dos 40 anos, não são as maiores dores de cabeça para quem pratica o biribol. Ao contrário, esse esporte reduz, em média, 75% do impacto que as articulações sofrem quando se pratica vôlei ou basquete, por exemplo, em uma quadra. “Com certeza há menos impacto e por isso pessoas mais velhas podem jogar biribol no mesmo nível dos mais jovens. A única exigência seria a de que esse atleta tenha uma boa aptidão física”, explicou o jogador da equipe de Franca e também fisioterapeuta, Odilon Taveira Garcia, 26.
Prova de que o biribol é a uma opção para os mais experientes, é que no time em formação na cidade tem três jogadores, dos oito que disputam a Copa Brasil, com mais de 40 anos. São eles, o dentista Guilherme, com 46 anos, e que já jogou basquete profissionalmente. Olivar Tasso, 42, é ex-jogador de vôlei e o comerciante José Mário Brigliadori, com 47. Em todos uma marca: a disposição física.
“Como os ombros ficam fora da piscina é a região com maior índice de lesão”, apontou o fisioterapeuta. Outro risco é o de resfriados. Por isso mesmo, é indicado que nenhum jogador se exponha ao vento logo depois do treinamento.
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