Paulo Afonso saboreia sucesso nas prévias petistas e prega diálogo

O presidente do Sindicato dos Sapateiros de Franca, Paulo Afonso Ribeiro, ainda saboreia a vitória que obteve dentro do Partido dos Trabalhadores, na consulta do último domingo.

10/05/2006 | Tempo de leitura: 1 min

Paulo Afonso Ribeiro, no Café do Comércio: Política é conversa
Paulo Afonso Ribeiro, no Café do Comércio: Política é conversa
O presidente do Sindicato dos Sapateiros de Franca, Paulo Afonso Ribeiro, ainda saboreia a vitória que obteve dentro do Partido dos Trabalhadores, na consulta do último domingo. Considerado azarão na preferência dos filiados do partido em Franca na disputa contra o ex-vice-prefeito Cassiano Pimentel, conquistou 125 votos para a sua pré-candidatura a deputado estadual, contra 88 do adversário, que pertence ao Campo Majoritário, corrente considerada a maioria no partido. “Eles falam que são a maioria. Mas, em Franca, não”, disse Ribeiro, que pertence à Militância Socialista, tendência mais à esquerda do partido. Ontem, o dirigente sindical esteve no Café do Comércio, recebido pelo diretor-responsável do jornal, Corrêa Neves Júnior, e reiterou que o poder de articulação foi fundamental para desbancar a candidatura apoiada pela corrente pertencente aos membros de maior expressão da legenda, como o ex-prefeito Gilmar Dominici, pré-candidato a deputado federal, e os vereadores Gilson Pelizaro e Silas Barbosa Cuba. Agora, o presidente do Sindicato dos Sapateiros tem a meta de atingir 25 mil votos em Franca e 60 mil em todo o Estado de São Paulo para se eleger deputado estadual. De acordo com o sindicalista, o próximo passo é trabalhar na região para conquistar os votos dos simpatizantes do partido. “Nossa proposta é de um maior diálogo entre os trabalhadores a nível regional”, declarou Ribeiro. Na conversa com Corrêa Neves Júnior, destacou que só apóia movimento, como os dos sem-terra, especificamente o MST e MLST, que atuam na região, mas não interfere nas decisões dos grupos. “Não interferimos nem sabemos o que eles fazem internamente. Apoiamos a luta pela reforma agrária, mas não concordamos com todas as atitudes tomadas por eles. Quem tem liderança, sobretudo nesses movimentos populares, deve tomar cuidado com o que fala e o que faz”.

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