O fato de os dois criminosos terem tentado inocentar Maria Áurea de ser a mandante do crime não sensibilizou os policiais. Para o delegado Manir Martos Salomão, eles mentiram durante a reconstituição de ontem. O policial continua convicto da participação da mulher e deverá mantê-la presa. Uma nova encenação do assassinato será feita ainda esta semana.
O delegado Manir não tem dúvidas de que Paulo André e Antônio Cândido apresentaram uma versão ensaiada. “Como estão presos na mesma cadeia, eles combinaram tudo. Como têm acesso a advogados na prisão, podem ter sido orientados. Jogaram tudo para cima do menor, mas sabemos que também tiveram participação”.
Diante das controvérsias surgidas ontem, a polícia realizará outra reconstituição, desta vez com a participação do adolescente. “O objetivo maior é evidenciar a participação da mandante. O menor ajudará muito no esclarecimento do caso”.
Na opinião do delegado Manir, a nova versão apresentada pelos criminosos não mudará o rumo das investigações. “Pedirei a quebra do sigilo bancário da mulher para provar que ela movimentou expressiva quantia em dinheiro antes do crime. Estou convicto de que aconteceu um assassinato mediante pagamento. Para nós, ela não é vítima e, sim, acusada. Já foi indiciada por homicídio”.Para o delegado Manir Martos Salomão, eles mentiram durante a reconstituição de ontem. O policial continua convicto da participação da mulher e deverá mantê-la presa. Uma nova encenação do assassinato será feita ainda esta semana.
O delegado Manir não tem dúvidas de que Paulo André e Antônio Cândido apresentaram uma versão ensaiada. “Como estão presos na mesma cadeia, eles combinaram tudo. Como têm acesso a advogados na prisão, podem ter sido orientados. Jogaram tudo para cima do menor, mas sabemos que também tiveram participação”.
Diante das controvérsias surgidas ontem, a polícia realizará outra reconstituição, desta vez com a participação do adolescente. “O objetivo maior é evidenciar a participação da mandante. O menor ajudará muito no esclarecimento do caso”.
Na opinião do delegado Manir, a nova versão apresentada pelos criminosos não mudará o rumo das investigações. “Pedirei a quebra do sigilo bancário da mulher para provar que ela movimentou expressiva quantia em dinheiro antes do crime. Estou convicto de que aconteceu um assassinato mediante pagamento. Para nós, ela não é vítima e, sim, acusada. Já foi indiciada por homicídio”.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.