Condições financeiras, técnicas e estruturais, com ênfase total no primeiro quesito. Sediar o hexagonal decisivo do Campeonato Brasileiro de basquete masculino pode custar até R$ 100 mil. Os cálculos foram feitos sábado por Fernando Minuci, diretor do Mariner/Unimed/Franca, após ouvir de Gerasime Nicola Bozikis, presidente da CBB, (Confederação Brasileira de Basquete), no Póli, os critérios necessários para uma cidade sediá-lo. Grego, como é mais conhecido e conforme o Comércio noticiou com exclusividade, assistiu à partida das cadeiras vip do Póli e terminou sua noite em Franca em uma pizzaria da cidade.
De acordo com Minuci, a cidade sede terá de pagar todas as despesas das equipes classificadas, além de árbitros e fiscais da Confederação. Serão aproximadamente cem pessoas. “O critério técnico ficou relegado a um segundo plano. O que vale é o financeiro, pois R$ 100 mil não caem de qualquer lugar”, disse Fernando Minuci.
Até agora Franca, Uberlândia, Brasília e Rio Claro seriam as cidades mais interessadas em sediar essa fase do campeonato. “Só o faremos se tivermos um pool de patrocinadores”, disse Minuci. O hexagonal será formado pelas quatro equipes semifinalistas do Nacional mais os dois melhores times do Grupo C que tem Rio de Janeiro, Araraquara, Ulbra e Pinhais. As datas provavelmente serão entre 17 e 19 deste mês.
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