Assim como o primeiro sutiã para as mulheres, o primeiro terno tem um significado especial para os ho- mens. “O primeiro terno a gente nunca esquece. Dá uma sensação boa, de status e elegância”, define o advogado recém-formado Marco Aurélio Santos, que comprou seu primeiro modelo quando estava no segundo ano de fa- culdade. “Hoje, já tenho seis ternos, mas o primeiro continua em atividade”, garante ele, que usa o traje para trabalhar.
Nos dias de hoje, é fundamental ter um bom terno, seja para ocasiões profissionais - entrevistas, reuniões, audiências - ou pessoais - casamentos, formaturas, eventos mais sofisticados. “O terno se tornou uma peça fundamental ao guarda-roupa masculino. Além de ser elegante é uma necessidade, pois em alguns lugares o uso do traje social completo é obrigatório” diz a vendedora Tatiane Guilherme, 21, da MR Botti.
Alguns cuidados básicos devem ser tomados ao efe- tuar a primeira compra. “Verifique o caimento, o tama- nho e a qualidade do forro interno do blazer. Hoje em dia se usam peças mais justas, com um melhor contorno do corpo”, completa Tatiane.
O estudante Guilherme Santiago Rocha, 17, está pesquisando um modelo de terno para usar em sua formatura do segundo grau. “Já estou percorrendo várias lojas para encontrar um terno que possa comprar”, disse ele, que pretende gastar R$ 250 com a vestimenta.
Mônica Facioli, gerente da loja TNG, recomenda também às pessoas que comprarão seu primeiro terno a escolha de uma cor clássica. “Sugiro a compra de um terno preto, que serve para qualquer ocasião e combina com um número maior de camisas e gravatas”.
É possível encontrar ternos na cidade dos mais variados valores: de R$ 99 a R$ 400. Pesquise bastante e compre um modelo de melhor qualidade, pois sempre haverá eventos onde o traje social é obrigatório.
Já para quem quiser um terno exclusivo, é possível mandar fazer sob medida em algumas das casas de al- faiataria da cidade. Entretanto, os preços são mais amargos: vão de R$ 300 a R$ 699.
Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.