Lojas de conveniência salvam noturnos


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Um cafezinho com toda comodidade de uma cafeteria e outros três mil itens são os atrativos do Food Shop Galo Branco, na Avenida Doutor Antônio Barboza Filho. Inaugurada em 1992, a loja virou ponto de encontro e recebe, principalmente, de quinta a domingo a galera jovem na ida e na volta das baladas. Segundo a sócia-proprietária, Solange Bombicino, em vendas, o turno da noite (no total são três) ainda perde para os demais, mas ganha em movimentação. “Tem sábado em que recebemos mais de mil jovens só na madrugada”, disse. Na ausência de supermercados 24 horas, o local também é procurado por donas de casa e trabalhadores da noite para uma compra emergencial. “Quando abrimos a loja o objetivo era prestar um serviço de utilidade pública e é assim que permanecemos”, disse Solange. No Food Shop, o forte são as vendas de pães, bebidas, leite e capuccino. Além dele, o City Posto, na Avenida Hélio Palermo, é outra opção na hora das compras emergenciais. Inaugurada há sete anos, a loja nunca foi fechada, nem em datas especiais. Está instalada em um ponto estratégico, no cruzamento de duas das principais avenidas de Franca, a Doutor Hélio Palermo e a Major Nicácio. Estão disponíveis no local mais de nove mil itens: gelo, carvão, bebida, produtos de mercearia, brinquedos, CDs, livros, revistas, jornais e outros. Só na padaria, são vendidos em 24 horas, cinco mil pães. “Bebidas, lanches naturais e saladas montadas na hora estão entre os mais vendidos, mas procuramos atender às expectativas e necessidades dos clientes sempre, com tudo de que precisam e um atendimento rápido”, disse Gisele Oliveira, proprietária do estabelecimento. Ao todo, 55 funcionários se revezam nos turnos para funcionamento ininterrupto. “As compras são raras, só acontecem de forma emergencial, além disso para conseguirmos um movimento constante foram necessários quase quatros anos”, disse Gisele. Um ponto comum nos dois casos é o investimentos em segurança. Para ficarem abertas 24 horas, as lojas investiram em câmeras internas e externas e alarmes. “É um risco que se corre, mas como se trata de local claro e bem movimentado, felizmente não houve problemas”, disse Solange Bombicino, do Galo Branco.

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