Hélio Rubens: mais de 40 anos dedicados ao basquete francano


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Quando o assunto é tradição, o técnico Hélio Rubens Garcia é doutor. Jogou por 25 de seus 65 anos e depois tornou-se técnico. Com exceção dos últimos cinco anos, três com o Vasco e duas com Uberlândia, sempre esteve ligado à cidade. “Antes de sair, tentei contato com a Prefeitura e com o Sindicato da Indústria e Comércio -sugeri para usarmos calçados de Franca na camisa do time. Mas naquela época não tive sucesso”. Recebeu convite do Vasco para ser coordenador de projetos olímpicos e aceitou. Com a falência dos esportes olímpicos do clube carioca, foi para Uberlândia. Procurado pelo juiz federal Rubens Calixto, presidente do Conselho Deliberativo do Franca Basquete, e com apoio do prefeito, ajudou a montar um projeto para reavivar a tradição francana, com a presença de empresários importantes da cidade, do poder público municipal e da população.”Houve um movimento fantástico, trouxemos alguns ícones que fizeram parte dessa tradição, presença do público, parceiros financeiros... Sócios e patrocinadores, todos participando com a gente... Ainda precisamos ter, logo, o Memorial do Basquete... Cria o espírito de seriedade, empenho, trabalho, que faz parte da mensagem do esporte”. Hélio Rubens Garcia observa que o Franca deve se espelhar na equipe do EC Amazonas, nome do clube entre 1974 e 76, quando foi campeão paulista, nacional, sul-americano e vice mundial. “Um projeto como este exige uma equipe competitiva porque aí motiva todo mundo. E depois que atinge essa competitividade, o público não aceita menos. Não é obrigatório ser campeão, mas sim ter um time em condições de chegar a ser”.

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