Rogério e Vargas: alegria em jogar na ‘Capital do Baquete’


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O pivô dominicano Vargas, de 43 anos, que veio ao Brasil pela primeira vez em 1992, jogou quatro temporadas em Franca e também está de volta. Integrante da seleção da República Dominicana por vários anos, atuou em várias cidades, do Brasil e do exterior, e não tem dúvida de que Franca é diferente. “O estilo de vida esportivo de Franca é o basquete. Os cidadãos esperam a hora do jogo para ver o time, entendem do esporte, da qualidade do jogador, da habilidade de um, da condição física de outro. Isso faz toda a diferença. De todos os lugares em que joguei -Rio, Uberlândia, Brasília - Franca é, disparado, o de maior tradição do País no basquete”, revela Vargas. Rogério, de 35 anos, está jogando sua sexta temporada por Franca. Dono de cinco títulos brasileiros, dois por Franca (1997 e 98), acha que a cidade é diferenciada. “Não vive somente de vitórias ou derrotas, mas tem uma tradição. O mais importante para eles é ter um time competitivo, que motive a cidade”. Rogério não consegue fugir das conversas sobre o esporte no cotidiano. “Na escolinha da minha filha, as pessoas me perguntavam quando o campeonato seria retomado. Elas sabiam que o Nacional estava paralisado por decisão da Justiça. Sem falar das regras. São um pouco técnicos. Podia não ter forçado aquela bola, ter trabalhado mais aquele ataque, a defesa falhou em tal setor’, observam. Entendem do assunto. Não é à toa que a cidade tem 50 anos de basquete”.

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