MAIS TV, MENOS CINTURA


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O mais longo estudo sobre a epidemia global de obesidade infantil reafirma a relação entre quilos a mais e horas gastas na frente da TV. Pesquisadores da Universidade de Otago, Nova Zelândia, acompanharam mil voluntários nascidos entre abril de 1972 e março de 1973. Eles passaram por uma primeira avaliação aos 3 anos de idade e outras periódicas até a adolescência. Entre os participantes, 41% dos que estavam acima do peso ou obesos aos 26 anos foram exatamente os que passaram mais tempo diante da TV, durante a infância. Essa relação parece ainda mais clara entre as adolescentes, que tendem a gastar menos energia que os garotos. Além da inatividade física, os anúncios de produtos engordativos contribuem para o problema. O limite diário de permanência na frente da TV, segundo artigo publicado no International Journal of Obesity, deve ser de duas horas. Diante de tais evidências, a palavra de ordem é praticar exercícios físicos. Ana Célia de Freitas é educadora e atua na área de educação infantil

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