A presidente do Cras (Centro de Referência e Assistência Social), de Ribeirão Corrente, Aninha Montanher, ficou revoltada porque não teve a “palavra livre” na sessão de ontem da Câmara de Vereadores. Segundo ela, a inscrição foi feita no dia 20, já que a norma da presidência é de que o pedido para expor um tema na reunião deve ser feito com 24 horas de antecedência. O tema seria o trabalho desenvolvido pelo Cras no município. Segundo ela, por conta do feriado prolongado, pediu a palavra com um tempo maior. Mesmo assim, o pedido foi negado, já que o presidente da Casa, Luzimar Batista, disse que precisa analisar o tema antes da reunião. O assunto deverá entrar apenas na próxima sessão marcada para o dia 9 de maio. Para Aninha Montanher, a recusa é um absurdo, pois o assunto é de interesse dos próprios vereadores.
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