Incra libera mais de R$ 1,2 mi para Boa Sorte

O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) liberou R$ 36 milhões para 12 mil famílias assentadas no Estado de São Paulo. No assentamento da

26/04/2006 | Tempo de leitura: 1 min

VERBA PARA REFORMAS - Imagem aérea do assentamento na Fazenda Boa Sorte, em Restinga: a verba do Incra será usada para a melhoria dos imóveis, como reboque, pintura e piso
VERBA PARA REFORMAS - Imagem aérea do assentamento na Fazenda Boa Sorte, em Restinga: a verba do Incra será usada para a melhoria dos imóveis, como reboque, pintura e piso
O Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária) liberou R$ 36 milhões para 12 mil famílias assentadas no Estado de São Paulo. No assentamento da Fazenda Boa Sorte, em Restinga, das 159 famílias residentes no local, 139 serão contempladas com a verba. No mínimo, R$ 1,2 milhão será destinado às famílias da Boa Sorte. Os recursos fazem parte do Programa de Habitação Rural, o qual prevê a liberação de dinheiro para os assentados adquirirem material para construir ou melhorar as moradias. O montante a ser liberado varia de R$ 9 mil a R$ 17 mil, levando em consideração a situação de cada família. Com o valor, é possível construir outro imóvel, já que uma casa popular da CDHU (Companhia de Desenvolvimento de Habitação Urbana) custa, em média, R$ 12 mil. Os assentados podem pleitear os recursos à Caixa Econômica Federal, mas não recebem o dinheiro em mãos. Depois, todas as famílias juntas precisam promover uma licitação coletiva para escolher a empresa que fornecerá o material para as obras. A construtora receberá o dinheiro diretamente do banco. A mão-de-obra é de responsabilidade dos contemplados. Independente do valor recebido, as famílias não precisam devolver o dinheiro ao Incra. O coordenador nacional do MLST (Movimento de Libertação dos Sem-Terra) na Boa Sorte, Jean Gomes, disse que as famílias utilizarão o dinheiro para melhorar os imóveis. “Aqui ninguém precisa começar a construir, apenas fazer as melhorias necessárias”. É o caso de Sonilda Rocha Silva, que mora em uma casa de quatro cômodos com mais cinco pessoas. “Com o dinheiro vou rebocar, pintar e colocar piso”.

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