Informados da situação atual de Natalina Stalin, 49, e os seis netos, funcionários da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Ação Social e conselheiros tutelares prometeram visitar a família na próxima semana, só depois do feriado. “Vamos verificar como as crianças estão sendo tratadas e de que ajuda necessitam para cobrarmos ação da prefeitura. Também enviaremos cestas fornecidas por um grupo de voluntários do Conselho”, disse o conselheiro tutelar Lucas Verzola.
Em novembro de 2005, o Comércio da Franca publicou a primeira reportagem relatando o drama vivido pela família. Com a história nas páginas do jornal, o Conselho Tutelar e assistentes sociais da Secretaria de Desenvolvimento Humano e Ação Social também estiveram na casa, mas não conseguiram muitos resultados.
Os conselheiros encaminharam o caso para a prefeitura. A Secretaria responsável realizou entrevistas com Natalina Stalin, mas, segundo a psicóloga Lívia Coleto Ribeiro, gerente do serviço social do município, ela não pôde ser inserida em programas de renda do governo porque a renda per capita da família era superior à exigida. “No ano passado, duas pessoas tinham registro em carteira. Tínhamos outras famílias em situações mais urgente para serem atendidas também”, disse ela. “Voltaremos na próxima semana para saber a situação de hoje e ver como ajudar”.
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