A imprensa, em particular, e os meios de comunicação, em geral, incluindo o rádio e a televisão, por iniciativa própria, deveriam debater com mais freqüência o problema da má dentição com especialistas no assunto.
Já as ações duradouras deveriam partir dos ministérios, das secretarias estaduais e municipais da Saúde e da Educação.
Além disso, convênios poderiam ser firmados entre os governos e as instituições de ensino superior de Odontologia, públicas e particulares, para atendimento aos alunos das escolas de ensino fundamental e médio, porque as medidas preventivas teriam mais eficácia junto aos estudantes, pois eles, além de terem mais cuidado consigo, se tornariam formadores de opinião junto aos familiares e à comunidade.
Os tratamentos mais complexos deveriam ficar a cargo dos governos estaduais e federal. Estes poderiam utilizar melhor do horário gratuito em rede de rádio e de televisão com campanhas de utilidade pública.
Pedro Cardoso da Costa
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