Testemunha presenciou bárbaro assassinato


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Edson e Luciana saíram da choperia por volta das 2h30 da madrugada de domingo e, na praça Anita Garibaldi, onde embarcariam em um táxi para casa, começaram uma discussão. Diferentemente de outros casos semelhantes, este teve testemunhas oculares. Um deles, ARS, 22, passava com sua moto pelo local no momento em que Edson bateu duas vezes a cabeça da mulher contra o banco de concreto. Ainda assustado, ARS disse ontem ao Comércio da Franca ser esta a “cena mais feia” que já presenciou na vida. “Ele bateu a cabeça dela uma vez, a segurou, bateu a segunda e quando me viu, a soltou no chão para disfarçar. Eu passei a esquina e liguei para a polícia. Então ele (Edson) foi ao orelhão ao lado, voltou e pegou alguns pedaços da calçada de cimento que estavam soltos no chão e bateu com força na cabeça dela”. Edson disse à polícia que foi ao orelhão para contar a mãe que havia brigado com Luciana, porém não conseguiu completar a ligação. Luciana, com o rosto desfigurado, morreu no local por volta das 3h de domingo. Edson deu entrada na Santa Casa às 4h com fratura no braço direito e lesões do mesmo lado da face. Uma das testemunhas, ainda no hospital, o reconheceu. Ele confessou o crime. Preso em flagrante, foi levado para a cadeia pública de Miguelópolis.

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