Meia direita, que gostava de atacar, Edison Rodrigues Cremonini não foi um conquistador de muitos títulos. Ele ganhou dois dentro de campo: no Araçatuba e no Velo Clube de Rio Claro na Divisão Intermediária, equivalente a série à A-2 atual.
O apelido do então jogador surgiu antes do sucesso. No início da carreira havia outros colegas também com o mesmo nome na equipe e era preciso diferenciá-los. O jeito foi o codinome: Edson Só.
A explicação sobre a escolha do apelido, o próprio ex-jogador não se recorda. Com sua identificação própria, Edson passou por momentos memoráveis como jogos no Maracanã contra Botafogo, Vasco e o campeão mundial Flamengo na década de 70, quando estava na Portuguesa do Rio de Janeiro.
“Na época jogamos contra um time fantástico do Flamengo em 1979 e 1980, que tinha Zico, Adílio, Júnior, Leandro, Tita, campeãos mundiais. Era difícil. A Portuguesa era um time pequeno e precisava não tomar goleada. No fim das contas, conseguimos classificar para as eliminatórias”, contou.
No Estado de São Paulo, a participação de Só aconteceu em 14 clubes. Na Francana, as lembranças foram só quando Edson jogando contra. Um ídolo dessa época é o atacante Assis, atacante da Francana campeã da Intermediária, em 1977 e que se consagrou no Fluminense.
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