Desde criança, ele admira Bruce Lee, um dos mais conhecidos mestres das artes marciais. É um profissional dedicado. Ensina e pratica exercícios chineses durante aproximadamente 15 horas por dia, de segunda a sexta-feira. O terapeuta Simar Anacleto, 36, é pioneiro e foi quem introduziu o tai chi chuan na cidade.
Aos 8 anos, decidiu aprender a lutar e foi matriculado nas aulas de kung fu. No começo, os pais opuseram resistência por acharem a prática violenta, não uma arte. Hoje, o posicionamento deles mudou e, além de entenderem, fazem atividades chinesas regularmente. O aposentado Joaquim Anacleto, 68, e a dona de casa Sebastiana Anacleto, 63, fazem os exercícios na academia durante três horas por semana.
Simar investiu nos seus conhecimentos sobre o assunto. Fez especializações em kung fu, tai chi chuan marcial e terapêutico, defesa pessoal e karatê. Participa de encontros realizados em São Paulo com convidados chineses. “Aprendi muito no bairro da Liberdade em São Paulo, considerado um dos maiores centros de artes marciais do mundo. É uma paixão para mim”.
Além da satisfação, Simar tem benefícios ao praticar os movimentos chineses. “Meu dia começa às 6h30 e só termina 9 da noite. O tai chi chuan é essencial para ter ânimo para essa carga de trabalho. Por incrível que pareça, estou sempre disposto”.
Simar já deu aulas para alunos da Unati (Universidade da Terceira Idade) da Unesp e hoje se dedica ao projeto Medicina Preventiva do Hospital Unimed no tratamento de depressão e estresse, nos cursos de podologia, enfermagem e massoterapia do Senac e a ensinar os exercícios para mais de 200 alunos e professores do Educandário Pestalozzi e outros da Academia Shibumi.
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