‘Vi que o câncer não é uma sentença de morte’


| Tempo de leitura: 1 min
Silvana Bombicino Damian, 47, está curada de um câncer de mama. Há três anos, ouviu o diagnóstico. Em Ribeirão Preto, foi tratada e enfrentou uma cirurgia, passando pelo tratamento quimioterápico no hospital de Franca. O pesadelo durou mais de nove meses. Conhecendo a realidade da doença viu que a mesma não era uma sentença de morte. Decidiu, com a família, ajudar o hospital especialista na área em Franca. Desde então, o posto de combustíveis pertencente a sua família promove a campanha do Dia. Comércio da Franca - Como surgiu a iniciativa em promover a campanha? Silvana Bombicino - A idéia em fazer algo assim começou com o início do posto. Queríamos fazer algo para a profissionalização de crianças, mas tudo era muito difícil. Depois fiquei doente, passei por tratamento na cidade, conheci o hospital e fiquei comovida. Comércio - Você ficou com medo do câncer? Silvana - (A doença) sempre estava ligada a um preconceito e quando aconteceu comigo tive o contato com a realidade. Vi que o câncer é uma doença como outras, não é uma sentença de morte. Comércio - Qual a importância em dar apoio aos pacientes? Silvana - Essencial. Quando estava doente recebi a visita de duas pessoas que nunca tinha visto antes. Elas foram até minha casa para me dar apoio e isso fez a diferença. Comércio - Foi uma lição de vida? Silvana - O câncer, não só o que eu tive, toca todo mundo, ainda mais quando atinge uma criança. Depois que me curei, dei importância para coisas diferentes, passei a ser mais autêntica e, coincidência ou não, por meio disso a gente conheceu melhor o hospital.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários