Itirapuã: vítimas ainda estão em estado grave


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Bombeiros trabalham diante de ônibus acidentado, terça-feira à noite, em Itirapuã: colisão entre o coletivo e caminhões matou um morador de Cássia (MG)
Bombeiros trabalham diante de ônibus acidentado, terça-feira à noite, em Itirapuã: colisão entre o coletivo e caminhões matou um morador de Cássia (MG)
Três vítimas do desastre ocorrido na noite de terça-feira, em que um ônibus e dois caminhões se acidentaram, entre Itirapuã e Capetinga (MG), permanecem internadas na Santa Casa de Franca. Duas delas correm risco de morte. O motorista do ônibus, Nilson José de Oliveira, 52, está em estado grave na CTI (Centro de Terapia Intensiva). A parte frontal do veículo que dirigia ficou completamente destruída. Ele recebeu o impacto da batida em seu corpo, sofrendo múltiplas fraturas. Passageiro do ônibus, Robinson Luiz Kammer, 34, também se machucou com gravidade e está em coma. O motorista da carreta, Ivanil Vieira Jardini, 44, se recupera dos ferimentos em um quarto do hospital. O acidente aconteceu às 22h30 na Rodovia Ronan Rocha, próximo à divisa com Minas Gerais. O ônibus da empresa Presidente seguia de Ribeirão Preto a Belo Horizonte (MG), quando colidiu frontalmente com uma carreta carregada de calcário, que trafegava no sentido a Franca. Por causa da batida, a carreta caiu em uma ribanceira às margens da pista. O coletivo ainda bateu na traseira de um caminhão carregado de carvão que estava logo à frente e ficou atravessado na pista. O cobrador Paulo César Nascimento, 35, teve as pernas dilaceradas e morreu logo depois. Seis ocupantes do ônibus e o motorista da carreta foram socorridos e trazidos para a Santa Casa local. O prefeito de Itirapuã, Marcos Henrique Alves (PMDB,) acompanhou o trabalho de socorro às vítimas, como sempre faz quando ocorrem acidentes no município. Ele falou com revolta sobre a falta de investimento por parte do Estado na rodovia: “Quando o então governador Geraldo Alckmin (PSDB) esteve em Franca no fim do ano passado, autorizou a realização de obras de melhoria até a divisa com Capetinga. Até agora, nada foi feito e muitas vidas continuam se perdendo”.

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