Ambulâncias param por falta de motoristas


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Ambulâncias do serviço de atendimento de emergência da Defesa Civil de Franca estão paradas por falta de motoristas. Com o fim do contrato com os agentes que prestavam trabalho para a prefeitura, duas das quatros viaturas não saem da garagem do Corpo de Bombeiros desde o final de março. De acordo com o comandante dos bombeiros, capitão Humberto Shirotori, as ambulâncias paradas não diminuíram a capacidade de atendimento da Defesa Civil. As duas que estão em operação são conduzidas por motoristas da Secretaria de Saúde, revezando-se em turnos de trabalho. Segundo o oficial, o problema deverá ser resolvido até a próxima semana, quando 30 novos agentes, aprovados no concurso realizado ano, serão convocados para o trabalho. Mesmo assim, não há uma previsão exata de quando eles poderão executar suas funções. Parte do novo contingente necessita de treinamento, mas, para Shirotori, isso se resolve no dia-a-dia do trabalho. Na explicação do secretário municipal de Administração e Recursos Humanos, Jerônimo Sérgio Pinto, os agentes de defesa civil que tiveram os contratos encerrados em março não puderam continuar exercendo suas funções por questões trabalhistas. “Se continuassem em serviço após 31 de março, estabeleceriam vínculo empregatício com a Prefeitura, podendo acionar a administração na Justiça”, disse o secretário, que também não achou interessante manter os servidores sob condição de prestadores autônomos. Em sua opinião, não há prejuízo para os usuários que necessitam das ambulâncias. “Sabemos que, em um primeiro momento, a redução momentânea pode trazer algum prejuízo, mas também é verdade que se tivermos dez veículos funcionando, pode ocorrer de serem insuficientes”, ponderou Pinto. A contratação dos novos agentes por parte da prefeitura está em fase final. A previsão é que eles entrem definitivamente em serviço em dez dias.

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