Setor mantém famílias no campo e gera emprego


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A agricultura familiar, como o próprio nome diz, mantém os membros de uma família no campo mantendo-os com renda da própria terra. “Políticas voltadas para o setor evitam o êxodo rural e dão condições de trabalho digno à famílias”, explica Joel Leal Rodrigues, da Cati (Coordenadoria de Assistência Técnica e Integral), órgão regional e subordinado à Secretária da Agricultura do Estado de São Paulo. “Além disso, muitos ainda empregam pelo menos uma pessoa nestes locais”, acrescenta. A explicação de Joel dá uma dimensão do que isso representa para o município. Dos quase 5,5 mil moradores da zona rural de Franca, pelo menos a metade trabalha no campo. Das 640 propriedades rurais de Franca nas mãos de pequenos produtores, estima-se que pelo menos 10% têm um empregado fixo. EXEMPLO José Roberto Milani foge aos moldes de pequeno agricultor e se encaixa entre os médios, pois passa dos 50 hectares de terra. É pecuarista e produz 300 litros de leite por dia. Em seus 74 hectares, planta capim e milho para produzir silagem que alimenta o gado. É no sucesso do manejo que compensa o pouco espaço para produzir tanto leite. Trabalha com o regime de semiconfinamento do gado. Como médio produtor tem condições de pagar dois funcionários para o ajudar na manutenção do sítio.

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