Duzentos e dez aprovados no concurso da Prefeitura de Franca podem começar a se considerar funcionários municipais. Os candidatos deverão procurar a Divisão de Recursos Humanos da prefeitura num prazo de três dias úteis para iniciar o processo de admissão em 21 dos 71 (ao contrário de 69, como vinha sendo publicado) cargos abrangidos pelo processo seletivo. Os postos a serem preenchidos de imediato estão concentrados nas áreas de Defesa Civil, Saúde e Educação. Confira se você é um dos convocados no quadro ao lado (edital oficial pode ser encontrado no caderno de Classificados).
Para se tornarem efetivamente servidores municipais, ou seja, começarem a desempenhar suas funções, os convocados deverão esperar ainda entre 5 e 20 dias. O secretário de Administração e Recursos Humanos da prefeitura, Jerônimo Sérgio Pinto, disse que as primeiras vagas a serem preenchidas devem ser as de agente de Defesa Civil. “Os contratos dos funcionários com prazo determinado que estão exercendo essa função vencem na próxima segunda-feira. Por isso, os novos servidores já devem assumir na semana que vem”. Por ordem, segundo Jerônimo, os cargos das áreas de Educação e Saúde devem ser os próximos.
No caso da primeira área, já há demanda nas escolas municipais; no caso da segunda, a maioria dos contratos com prazo determinado finda até 15 de abril.
Jerônimo fez questão de alertar os convocados para a necessidade do cumprimento das exigências constantes na descrição dos cargos a serem preenchidos. “É importante deixar claro que quem não cumprir os pré-requisitos para cada cargo ainda poderá ser excluído”. As exigências básicas para os cargos tratam de apresentação de documentação pessoal, comprovação de escolaridade e, quando necessário, comprovação de experiência profissional. No caso de confirmado o preenchimento dos requisitos pedidos, exames médicos admissionais serão marcados para cada um dos convocados. A aprovação no exame é a última condição para a admissão definitiva.
O impacto dessas primeiras contratações no orçamento da prefeitura, segundo Jerônimo, deve ser próximo de zero. De acordo com ele, a convocação de alguns profissionais resultará até mesmo em economia. “No caso dos médicos, por exemplo, o valor de mercado, pago aos contratados em caráter temporário, é maior do que o da tabela da prefeitura”.
A preocupação com os gastos adicionais tem justificativa. As imposições da Lei de Responsabilidade Fiscal estão sendo consideradas para definir as contratações. O limite da lei estabelece que as prefeituras podem gastar até 54% de sua receita com pessoal. Hoje, Franca tem gasto próximo de 47%.
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