Paixão pelo retrato: um desafio a mais


| Tempo de leitura: 1 min
Já conhecido em Franca por outros artistas, Michel Ângelo diz que procura manter contatos para trocar informações, aprender novas técnicas, receber sugestões. No entanto, sua grande referência na pintura hoje é o paulistano Alexandre Reider. “Uma vez li uma reportagem sobre esse pintor e fiquei muito impressionado com os efeitos que ele consegue obter em seus trabalhos. Encontrei sua home-page na internet para conhecê-lo melhor e até tentei um contato. Tenho dois projetos a médio prazo dentro dessa opção que fiz pela arte: o primeiro é ir para São Paulo para ter uma aula com Alexandre Reider e o segundo é montar uma pequena escola de arte para dar aulas”. Curioso, inquieto, ele conta que está sempre pesquisando em livros e na internet assuntos relacionados à arte. Não gosta muito de movimentos modernos e contemporâneos na arte, como o surrealismo ou o abstrato. Sua praia são os temas sacros, humanos no hiper-realismo. “A minha paixão mesmo é o retrato. Eu me sinto desafiado ao realizá-lo”, esclarece. Sua arte não pode ser classificada como neobarroca, pois não traz renovações, tampouco ousadias no plano estético. O que ele faz é se valer, com destreza, dos ensinamentos dos grandes mestres do Renascimento na produção de efeitos que oscilam entre luminosidade e escuridão, captando as mínimas nuances daqueles que retrata. Quem quiser encomendar telas ou conhecer melhor o trabalho desse artista, pode ligar para o telefone (16) 8143-4644.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários