Já conhecido em Franca por outros artistas, Michel Ângelo diz que procura manter contatos para trocar informações, aprender novas técnicas, receber sugestões. No entanto, sua grande referência na pintura hoje é o paulistano Alexandre Reider. “Uma vez li uma reportagem sobre esse pintor e fiquei muito impressionado com os efeitos que ele consegue obter em seus trabalhos. Encontrei sua home-page na internet para conhecê-lo melhor e até tentei um contato. Tenho dois projetos a médio prazo dentro dessa opção que fiz pela arte: o primeiro é ir para São Paulo para ter uma aula com Alexandre Reider e o segundo é montar uma pequena escola de arte para dar aulas”.
Curioso, inquieto, ele conta que está sempre pesquisando em livros e na internet assuntos relacionados à arte. Não gosta muito de movimentos modernos e contemporâneos na arte, como o surrealismo ou o abstrato. Sua praia são os temas sacros, humanos no hiper-realismo. “A minha paixão mesmo é o retrato. Eu me sinto desafiado ao realizá-lo”, esclarece.
Sua arte não pode ser classificada como neobarroca, pois não traz renovações, tampouco ousadias no plano estético. O que ele faz é se valer, com destreza, dos ensinamentos dos grandes mestres do Renascimento na produção de efeitos que oscilam entre luminosidade e escuridão, captando as mínimas nuances daqueles que retrata.
Quem quiser encomendar telas ou conhecer melhor o trabalho desse artista, pode ligar para o telefone (16) 8143-4644.
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