MARITACAS


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A atual administração, como sempre, quer colocar a culpa dos problemas atuais do aterro das Maritacas no governo anterior, dizendo que não foram executadas as obras necessárias. É um ledo engano, tendo em vista que ali foram construídos aproximadamente 600 metros de tubulação para conduzir o chorume até o emissário da Sabesp. Foram construídos, também, cerca de 800 metros de galerias pluviais desde a base do aterro até o Córrego dos Bagres com tubulações de 80 e 1000 centímetros. O que realmente falta é a execução de um projeto de encerramento, que estava em andamento e não sei porque razão foram devolvidos mais de R$ 30 mil ao Fehidro, sem concluir o projeto. Todos sabem e eu cansei de dizer que os problemas de um aterro sanitário não acabam com o simples encerramento das atividades, pois fica o passivo ambiental que deve ser cuidado tanto quanto estava em atividade. É uma questão de competência para estudar e executar as obras a contento, hoje e sempre. Elson Daniel Guilherme é tecnólogo em Construção Civil e ex-funcionário do Dinfra

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