Hospital Regional de cara nova


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Trabalhador cola pisos na pista interna do Hospital Regional: reforma de todo o complexo para melhorar o atendimento
Trabalhador cola pisos na pista interna do Hospital Regional: reforma de todo o complexo para melhorar o atendimento
Sob conceitos de humanização e hotelaria hospitalar, o Hospital Regional de Franca iniciou há dois anos um projeto para a revitalização de todo o seu complexo. Com uma injeção financeira superior a R$ 4 milhões, a instituição reformou o ambulatório, considerado portal de entrada do hospital, a UTI (Unidade de Terapia Intensiva), construiu uma Central de Material, um novo Centro Cirúrgico e começou a modernizar os seus 110 leitos. As obras ainda não foram encerradas, mas já retratam a busca por uma nova filosofia de atendimento. Segundo o diretor comercial da entidade, o médico anestesista Carmilon Rezende, a remodelação também inclui a compra de novos equipamentos e a implantação de projetos e planos de saúde voltados a oferecer mais conforto e comodidade aos pacientes. Um dos destaques é o trabalho de preservação das células-tronco da placenta e do cordão umbilical, em parceria com o Instituto Hermes Pardini, de Belo Horizonte (MG). O projeto é pioneiro na região, começou a funcionar em fevereiro e permite aos conveniados do hospital armazenar amostras desse tipo de células dos filhos para usarem no futuro caso tenham alguma doença. As células-tronco auxiliam na terapia de doenças como leucemia, linfomas, tumores sólidos e demais patologias que possam aparecer ao longo da vida do recém-nascido. Na área de planos, o médico lembrou o Plano de Saúde Universitário. Como o próprio nome indica, é voltado para estudantes do nível superior de ensino, mas com um custo especial (veja matéria nesta página). “Trabalhamos para todos os públicos com o objetivo de oferecer o que existe de melhor na área de saúde e jovens são levados em consideração”, disse Rezende. Com 400 funcionários e 35 anos de história, o Hospital Regional tem 110 médicos e um convênio médico com 46 mil pessoas. Instalado em uma área de mais de 7 mil metros quadrados, no Bairro São José, a entidade tem estrutura e tecnologia de grandes centros, com equipamentos de última geração, como os de mamografia, tomografia computadorizada e ordenha mecânica (que fica disponível no lactário). Esta última possibilita o aproveitamento do leite materno para bebês internados na UTI Neonatal.

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