Esquema volta ao 4-4-2 e time joga mais travado


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A duras penas, a Francana aprendeu a atuar no esquema 3-5-2, nas duas partidas sob o comando do técnico Edison Só. Contra o SEV/Hortolândia, um adversário tecnicamente fraco, o time obteve o empate, mas não teve forças para chegar à vitória. Contra o XV de Jaú, ocorreu o contrário: a equipe perdeu inúmeras oportunidades de gol, mas cedeu o empate no fim do jogo. Para a partida de hoje, porém, Edison Só escalou o time no 4-4-2, com os zagueiros Ademir e Marcel na zaga e dois volantes com características de marcação: Xipote e Jones. Santos, com mais habilidade para levar a bola ao ataque, foi sacado do time. Apesar de ter optado pelo 4-4-2 (o técnico José Galli Neto, do Botafogo, escalou seu time no 3-5-2), Edison Só também pode, se quiser, alterar a opção tática. Basta recuar Jones para atuar como um terceiro zagueiro, liberando mais os alas e colocando como volantes de marcação Xipote e Leonardo Alves, que joga hoje como um médio-volante. Entretanto, as maiores dificuldades da Veterna estarão no ataque. O treinador preferiu deixar no banco de reservas o habilidoso Washington Fubá, apostando na velocidade e na juventude de William. Neste caso, Fubá entraria descansado no segundo tempo, podendo auxiliar melhor o time, no raciocínio do treinador. Entretanto, esta experiência fracassou no coletivo de quinta-feira à noite, no Lanchão. As jogadas pelas alas, uma das melhores armas da equipe, não funcionou porque Paulo Souza e Thiago estiveram muito recuados. Isso pode atrair o “Pantera” para o próprio campo. Perigo.

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