Um privilégio cada vez mais comum


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A 22ª Exposição Nacional de Orquídeas, que conta com o apoio do Comércio da Franca, possui mais de 15 mil vasos: a entrada é gratuita e hoje o evento será das 8 às 22 horas
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Segundo Miguel Sabia Neto, submeter-se a uma cirurgia plástica não é tão simples como ir ao salão de beleza. Além do ato traumático exigir cuidados antes e depois da operação, trata-se de um procedimento bastante “salgado”: para tornar os seios maiores, não se gasta menos do que R$ 5 mil. Apesar das elevadas cifras, esse tipo de cirurgia vem se tornando corriqueira no País desde o final da década de 90. Somente em 2004, o Brasil atingiu uma média de mil operações por dia e, em sua clínica, Sabia Neto também ostenta números respeitáveis, chegando a fazer quase uma correção estética por dia (cerca de 320 ao ano). Vários fatores atuam em favor desse crescimento. “Hoje, a cirurgia é muito mais segura, com anestesias leves e uma volta à normalidade mais rápida. E os pais estão mais receptivos ao assunto, percebendo os benefícios da operação para os filhos”, explica o médico. Embora reconheça o empecilho dos altos preços para muitos sonhos de transformação física, ele vê um vasto cardápio de opções no segmento. “As operações variam como tratamento dentário, conforme a demanda e a necessidade. Os custos dependem do material gasto e da região corporal envolvida”, esclarece. Sabia Neto faz questão de desfazer um mito típico na área: ele não faz milagres, nem pode adivinhar o que passa na cabeça do paciente. “O diálogo com a pessoa é essencial, pois a operação é para ela e não para o cirurgião. Além disso, queixas são comuns quando se lida com casos tão subjetivos”. Fato mesmo é que tudo começa na comparação. “A menina só faz lipo porque tem uma amiga de cintura pequena”, aponta o médico, que também realiza redução de mamas (sobretudo para homens), correção de orelha-abano e nariz, além de aumento nos glúteos (bumbum), mais comum em mulheres mais velhas.

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