Comércio da Franca - Há quanto tempo a senhora freqüenta esta igreja?
MMS - Um ano e dois meses aproximadamente.
Comércio - Conhecia o pastor?
MMS - Não o conhecia há muito tempo não.
Comércio - A senhora tinha confiança nele?
MMS - Ele conquistou a família. Ele entrou na casa do meu pai para fazer cultos. Aos domingos a gente ia na igreja.
Comércio - Como sua filha contou o fato?
MMS - Não esperava que isso pudesse acontecer. Quando minha filha me contou, não acreditei. Deixei passar uma semana e falei com uma pessoa conhecida dele. Aí essa pessoa me contou que era a terceira vítima. Minha filha veio de bicicleta porque eu não fui na igreja. Achei um absurdo.
Comércio - Por que a senhora decidiu levar o caso à polícia?
MMS - Denunciei na polícia porque vai que ele estupra, ou sei lá... Entraram mil coisas na minha cabeça e eu chamei a viatura.
Comércio - Dá para dizer o que a senhora sente hoje?
MMS - Isso é muito chocante, muito triste. Nem vou responder isso.
Comércio - Qual conselho a senhora daria para as famílias evitarem que seus filhos sejam vítimas de crimes do gênero?
MMS - Ficar um pouco mais atento. A gente se empolga tanto, confia e acha que as coisas nunca vão acontecer. Hoje em dia está difícil. Nas pessoas está difícil de acreditar.
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