Após quatro fracassos, Basquete chega aos playoffs

Que o basquetebol francano é o mais vitorioso do País, nem o mais ferrenho adversário contesta.

18/03/2006 | Tempo de leitura: 2 min

Aos 35 anos, o ala Rogério é um dos mais raçudos atletas do Mariner/Unimed no Brasileiro, além de ser um dos principais cestinhas da competição: acima, bate bola em evento da Unimed
Aos 35 anos, o ala Rogério é um dos mais raçudos atletas do Mariner/Unimed no Brasileiro, além de ser um dos principais cestinhas da competição: acima, bate bola em evento da Unimed
Marcos Junqueira Editor-assistente de Esporte Que o basquetebol francano é o mais vitorioso do País, nem o mais ferrenho adversário contesta. Afinal, são dezenas de títulos paulistas, brasileiros e sul-americanos, entre outros. Agora, que há tempos a equipe local não consegue uma boa colocação no torneio nacional também é fato. As últimas vezes que o Franca Basquete esteve presente em uma fase de playoffs no Campeonato Brasileiro foram em 2000/01. Em ambas, foi eliminado nas semifinais e ficou com a quarta colocação. Em 2000, vinha embalado pelo tricampeonato nacional (1997, 98 e 99) e contava com os norte-americanos Anthony Douglas e Jaja Richards. No ano seguinte, mesmo sem os estrangeiros e o técnico Hélio Rubens Garcia, que havia se transferido para o Vasco da Gama, a participação foi boa. Na oportunidade, Valtinho, Chuí, Minuci, Estevam, Raul Togni e Paulão Berger formavam a base do novo treinador, o ex-auxiliar de Garcia, Daniel Watffy. De 2002 para frente, com o fim do patrocínio da Marathon, foram quatro campanhas sofríveis. Naquele ano, Estevam e Edu Mineiro lideravam um time de garotos como Ricardo, Fransérgio, Matheus e Fúlvio. Promissores, mas sem experiência para disputar as primeiras colocações. Resultado: 11º lugar na classificação final. Em 2003, Helinho voltou a Franca e compôs a “espinha dorsal” do time com os experientes Edu Mineiro e Macetão. Em quadra, nova campanha ruim: nona colocação. No ano seguinte, novamente sem Helinho, para ajudar Edu Mineiro e Macetão chegaram Pablo e Jefferson, jogadores medianos. A novidade era a volta de Fernando Minuci, então com 35 anos, que chegara a se aposentar, após sofrer com seguidas contusões no joelho mas, novamente, a posição final foi desastrosa: 11º lugar. No ano passado, com Chuí no comando técnico do time e grande apoio da torcida, mais uma participação ruim e o 12º lugar. Agora, em 2006, com o patrocínio de empresas como Mariner e Unimed, a volta de Hélio Rubens e de atletas consagrados, como Helinho, Vargas, Rogério e Demétrius, a contratação de Fabião e Murilo e os “ex-garotos” Fransérgio e Ricardo batendo um bolão, a esperança voltou. O primeiro tabu foi quebrado, com a classificação garantida para os playoffs há várias rodadas. Agora, só falta uma etapa, aliás, a principal: o título brasileiro. Problemas à parte, o Mariner/Unimed tem grandes chances. E o próximo passo tem data marcada: no dia sete, acontecerá o primeiro confronto pelas oitavas-de-final, no ginásio do Póli, provavelmente contra Americana.

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