Inauguração seria amanhã, mas obras estão paradas


| Tempo de leitura: 2 min
Adiada três vezes em um ano, a inauguração do Parque do Trabalhador estava marcada para amanhã, 18, e chegou a ser anunciada em outdoors, panfletos, camisetas e pela imprensa, mas a Prefeitura de Franca cancelou o evento. “Só podemos assumir a obra depois de pronta e as chuvas fortes das últimas semanas causaram problemas no local que precisam ser reparados antes de recebermos o parque”, disse Jerônimo Pinto, secretário de Administração. A Construtora FFC Engenharia se comprometeu a arrumar os estragos feitos pelas águas, mas não tem previsão de fazê-lo, pois depende de trégua das chuvas. É preciso completar a quadra de malha, soldar e pintar grades, reforçar a pintura das quadras, conter erosões em alguns pontos e limpar a represa. “Algumas imperfeições apontadas pela prefeitura já foram corrigidas, como desmoronamento próximo ao parque infantil, vazamento em telhas e pinturas descascadas. Os outros detalhes não levarão muito tempo”, disse Júlio Rodrigues, presidente da ONG Construtores Sociais, responsável pela obra. Antes de marcar novo dia para abrir os portões da área de lazer, o município fará nova vistoria. Para funcionar, ainda é preciso definir os funcionários para cuidar da limpeza e conservação do recinto. Estão sendo analisados remanejamentos e parcerias. A Guarda Civil Municipal mudou a sede para o local e está responsável pela segurança do mesmo. DEMORA O Parque do Trabalhador é um sonho antigo que nasceu ainda na administração de Ary Balieiro (PTB) no fim da década de 90, mas não havia recursos para fazê-lo. Posteriormente, o ex-prefeito Gilmar Dominici (PT) tentou vender uma área na Vila Imperador para usar o dinheiro nas obras, mas a proposta foi barrada duas vezes pelos vereadores. Apenas no fim do segundo mandato, o petista conseguiu recursos com a Petrobras para levantar o parque. Agora, na administração de Sidnei Rocha (PSDB), o espaço enfrenta uma maratona para ser inaugurado. A Petrobras financiou R$ 1,2 milhão para a construção de 60% do projeto. O restante dependerá de novos patrocínios e não tem data para ser executado.

Fale com o GCN/Sampi!
Tem alguma sugestão de pauta ou quer apontar uma correção?
Clique aqui e fale com nossos repórteres.

Comentários

Comentários