No ano passado, o time de futebol feminino, que representava Franca no Campeonato Paulista da modalidade, passou por uma experiência semelhante à vivida hoje pelo tae kwon do.
No dia 8 de maio, as atletas acordaram cedinho, muitas delas viajaram, pois moram em cidades da região, e foram para o Lanchão, onde, pela manhã, enfrentariam a representação de Embu Guaçu.
Os times chegaram a entrar em campo, fizeram aquecimento e tudo o mais, como manda o figurino. O treinador francano Enderson Oliveira escalou até quem seria titular. Mas a partida não aconteceu e o time de Franca perdeu por W.O. O impedimento para a realização do jogo foi a falta de ambulância com médico no “Lanchão”, exigência da FPF (Federação Paulista de Futebol) em qualquer torneio organizado pela entidade.
Perdido o jogo, começou a apuração para saber de quem era a culpa. A Divisão de Esportes, chefiada por Marysol Gaudenzi, alegou, de posse de um protocolo de entrega, ter enviado ofício à Secretaria de Saúde, responsável em deslocar carro e profissional para o campo. A Saúde, por sua vez, dizia que não havia recebido pedido algum. Conclusão: até hoje ninguém foi responsabilizado e quem “dançou” foi o time de futebol feminino.
“Agora, mesmo que se encontre o responsável, o estrago está feito. Temos de evitar que novos episódios como este aconteçam novamente”, disse, à época, Marysol Gaudenzi.
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