A construção de uma unidade da Febem já havia sido adiada em 2003. Na ocasião, a discussão foi conduzida pelo então prefeito Gilmar Dominici (PT) e sofreu forte movimento popular contrário.
O promotor da Vara da Infância e Juventude havia pedido na Justiça a vinda de uma unidade, mas o Tribunal de Justiça determinou que a solicitação só poderia ser feita pelo Executivo municipal.
O medo de receber infratores de outras partes do Estado e de possíveis rebeliões na cidade sempre estiveram entre os motivos que alimentaram a contrariedade popular. Eles foram mencionados ontem pelo chefe de Gabinete da prefeitura de Franca, José Paschoal. “Ficou acertado, em documento assinado pelo prefeito Sidnei Rocha (PSDB) e o Estado que a unidade de Franca é exclusiva para menores daqui”, afirmou.
Questionado se acredita no cumprimento do acordo, comentou que pode-se levantar dúvidas. “Se o Estado vai cumprir (o documento restritivo), isso não sei. Eu, duvido”.
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