Justiça condena assassino de Juquinha a 12 anos de cadeia


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Quase seis anos após matar um desafeto a tiros, o desocupado Sérgio Ramos Hipólito, o “Serginho”, 25, enfim, foi julgado e condenado a uma pena tida como severa. Levado ao Tribunal do Júri na segunda-feira, pegou 12 anos de reclusão em regime fechado por ter assassinado o adolescente Juliano da Silva, o “Juquinha”, o qual tinha 15 anos na época do crime. O crime ocorreu na manhã do dia 14 de maio de 2000, um domingo. Apesar de terem uma rixa, a vítima e o assassino participaram de uma festa regada a drogas e bebidas alcoólicas, no Jardim Brasilândia. Por volta das 6 horas, saíram do local e caminharam em direção à Vila Aparecida. No cruzamento da Rua Espírito Santo com a Mato Grosso, Vila Aparecida, Sérgio sacou um revólver e deu dois tiros na cabeça de Juquinha. O menor ainda foi socorrido, mas morreu a caminho da Santa Casa. O autor do crime foi descoberto e detido dias depois. Ele disse aos policiais que teria sido baleado por Juquinha um ano antes e que o matou para se vingar. Sua prestação de contas com a Justiça se deu na última segunda-feira, quando foi levado a julgamento. “Fiquei satisfeito com sua condenação. Os jurados reconheceram que ele cometeu o crime por motivo torpe, já que agiu por vingança”, comentou o promotor Joaquim Rodrigues de Rezende Neto, que trabalhou na acusação. FAMÍLIA UNIDA Primo de Sérgio Ramos, Marcos Felizardo Hipólito também será julgado nesta quinta-feira. Ele é acusado de tentar matar a tiros o desafeto Alexandre Luiz Tavares. A tentativa de homicídio aconteceu em fevereiro de 2000.

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