‘Alô Câmara’ causa novo desgaste para Mambrini


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O projeto de autoria de Marcelo Mambrini (PMN), que cria o “Alô Câmara”, causou novamente irritação no presidente da Câmara. Novo adiamento fez com que o ex-sargento da PM acusasse alguns de seus colegas de não lerem os projetos enviados à Casa. O “Alô Câmara” é um canal gratuito de comunicação da população com os vereadores por meio de ligações telefônicas gratuitas. Na semana passada, a Câmara já havia adiado a proposta para que possíveis denúncias pudessem ser gravadas. Ontem, o adiamento foi justificado para que os impactos financeiros do projeto possam ser calculados. Mambrini mais uma vez não viu razão na medida. “Apenas o Gilson Pelizaro (PT) e o Joaquim Ribeiro (PSB) leram o projeto”. O presidente da Câmara disse que qualquer apontamento adicional em relação ao seu projeto já deveria ter sido feito, em razão de já ter ocorrido o adiamento na sessão anterior. Marcelo Valim (PSDB) se irritou com a acusação de Mambrini. “Vossa Excelência colocou palavras erradas em nosos ouvidos”, disse Valim, sem deixar de afirmar que o fato de não ter apresentado nenhuma emenda não significava que ele não havia lido a proposta. O vereador Silas Cuba (PT) considerou as palavras de Mambrini “grosseiras”. Segundo Silas, “o presidente da Câmara tem demonstrado inabilidade para administrar diferenças”. DEMAIS PROJETOS O projeto de autoria do prefeito Sidnei Rocha (PSDB) que estabelecia a escolha por parte dos servidores municipais entre as cinco faltas abonadas e o benefício de gratificação por assiduidade foi retirado. Mas o prefeito vetou projeto já aprovado pela Câmara que matinha os dois benefícios. A apreciação desse veto, na próxima sessão, deve marcar mais um capítulo da novela chamada “Abonadas”. A proposta que estabelece limite etário para a freqüência em lan houses foi adiada por uma sessão. Foram aprovadas subvenção à Pastoral do Menor no valor de R$ 14.350 e autorização para a Santa Casa deslocar verbas de reforma do terceiro andar do hospital para compra de equipamentos foram aprovadas.

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