É com grande tristeza que leio em um jornal de tamanha circulação como o Comércio da Franca sobre a brutalidade ocorrida em renomada universidade local. Quem sabe, agora, com a proporção do escândalo, sejam proibidos verdadeiramente os referidos trotes.
Os seguranças da universidade até que evitaram a confusão no interior das dependências, mas a falta de moral, de ética, companheirismo, acolhimento e amizade perdurou para Bruna Durães e Alysson de Souza Naves.
Onde estão os pais e ou responsáveis por estes intitulados “estudantes universitários”?
E o pai de Alysson já se colocou no lugar do pai de Tiago? O que será que ele sentiu, se é que sentiu algo?
É muito cômodo, agora, que eles respondam por tentativa de homicídio culposo. Deveriam reparar o erro em margem social, já que atingiram e envergonharam a sociedade francana, ou seja, ser responsabilizados, além do processo a ser respondido, a doar cestas básicas, conviver com famílias marginalizadas, para derpestarem a sensibilidade de sentir na pele o sofrimento, a vergonha, a dor, a falta de ética e moral, que para eles não devem existir, além da expulsão da universidade.
Já passaram do limite tais atitudes desumanas. Até mesmo as que ocorrem nas esquinas movimentadas das ruas do Centro, pedindo uma “ajudinha”, “buzinadinha”, se expondo ao mais puro e desagradável ridículo.
Basta!
R.A.D.P.
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