SEV mudou de cidade para manter a equipe


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A Sociedade Esportiva Votuporanga não está mais na cidade que dá nome ao time. Embora a família Pitarelli seja de Votuporanga, presidente do clube, Gilberto, cujo irmão, Adriano, teve passagens por importantes times do futebol brasileiro, não suportou a falta de estrutura e de apoio da prefeitura local. Com a ajuda de empresários de futebol de Campinas, fechou um contrato com a prefeitura de Hortolândia, que ajuda o time. De mala e cuia, o time, fundado em 2001 para suceder a Votuporanguense no coração dos torcedores de Votuporanga, mudou de cidade. “Votuporanga é longe da capital, quente e pobre. Impossível desenvolver um time de futebol competitivo”, disse Gilbeto Pitarelli. Mas o estádio da nova terra prometida ainda não está pronto. “Faltou ainda o laudo do Corpo de Bombeiros, que ficará pronto na terça-feira”. Quem sofre com isso é o time. “Até agora, só jogamos fora de casa”, disse o técnico Sérgio Caetano, de apenas 38 anos, e que parou de jogar aos 30, quando fez parte do União Agrícola Barbarense, campeão paulista da Série A-2, em 1998. Mesmo sendo visitante em todas as partidas, a campanha do SEV/Hortolândia é ligeiramente melhor do que a da Francana. A equipe venceu um jogo a mais e está em sétimo lugar, com 10 pontos. Sérgio lamenta que a partida não seja em São Carlos. “Lá o campo está mais bem cuidado, apesar que o jogo em Araras promete ser bom também”. Para este confronto diante da Veterana, Sérgio Caetano não tem o lateral-esquerdo Luís Fernando e o meia Candinho, ambos suspensos.

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